Rumo a Elite  (Futebol no Leste Europeu) escrito em quarta 04 novembro 2009 04:36

Recém-promovido da terceira divisão, o desconhecido Victoria Brăneşti vem causando espanto na Liga II. Após 12 rodadas, aparece disparado em primeiro lugar, com 9 vitórias, 2 empates e 1 derrota, 30 gols marcados e 9 gols sofridos. Observando o elenco, a receita é a mesma de times emergentes de outros lugares, inclusive o Brasil: uma mescla eficiente de jovens revelações com atletas mais experientes, que seguram a onda da garotada. Entre as revelações, quem mais salta aos olhos é o meia ofensivo Vasile Olariu. De apenas 22 anos, está mostrando personalidade ao conduzir as ações de ataque, seja com gols, ou com assistência. A artilharia do time, com 9 gols, é justíssima. Possui bom posicionamento, técnica, rara capacidade de finalização para alguém da posição, além de frieza nas cobranças de pênaltis. Logo times maiores o tirarão da pequena vila de Brăneşti. O comandante do ataque é o veterano Cornel Coman. De 28 anos, apresenta uma queda natural no rendimento, entretanto, conta com 6 gols marcados. Um aspecto curioso é a alta participação dos jogadores de defesa nos gols marcados pela equipe. O veterano Marius Rotaru, de 29 anos, e o novato Viorel Nicoara, de 22, anotaram, cada um, 4 tentos. Ou seja, a dependência dos homens da frente inexiste, os de trás também são capazes de resolver jogos. No gol, Alin Bordeanu, de 29 anos, é o titular absoluto. O jogo da equipe caracteriza pela excelente qualidade na troca de passes, até mesmo os defensores costumam passar a bola com categoria, evitando os costumeiros bicões para a frente. Entretanto, há uma grande versatilidade de jogadas para fazer o gol. Lançamentos longos, cobranças de falta e de pênalti, ou até mesmo os rebotes, fazem parte do repertório do novato, que foi fundado em 1969. Resta agora ao time manter o ritmo, assim subirá da Liga III para a Liga I sem escalas.

Este texto é do meu amigo Bruno Matos. Nos conhecemos pela internet, mais precisamente no blog da Trivela. Tinha a revista e o site, hoje só o endereço virtual sobrevive. Bruno gosta do futebol do Leste Europeu. Mais precisamente do futebol romeno. Do qual sabe tudo e mais um pouco. Aprendo muito sobre o futebol do simpático país que um dia já teve Gheorghi Hagi, chamado de Maradona dos Cárpatos. É com imenso prazer que lhes apresento este baiano de Salvador, mas que reside em Jequié. Para conhecer mais do trabalho de Bruno, indico o link abaixo:

http://naterradodracula.blogspot.com/

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Sheriff Tiraspol  (Surpresa?) escrito em domingo 25 outubro 2009 05:05

Na última quinta-feira, 22/10, a terceira rodada da nova Liga Europa foi disputada. E o grupo H chama atenção. Nele temos, Twente, Fenerbahçe, Steaua e Sheriff. Um clube holandês, um turco, um romeno e um moldavo. Claro, logo de cara todos pensaram que o Sheriff seria o saco de pancadas. O “Fener” se classifica em primeiro Steaua e Twente se estapeiam pela outra vaga. Aí é que está o detalhe. O clube da pequena ex-república soviética vem complicando. Na primeira rodada jogando em Bucaresti contra o Steaua, conseguiu segurar o placar no 0 a 0. Natural seria pensar, uma zebrinha, não vai se repetir. Na segunda rodada, jogando no Sheriff Stadium o time acabou derrotado pelo Fenerbahçe. Até aí tudo bem, mas o placar chamou atenção. Apenas 1 a 0, gol do craque Alex “cabeção”, ex-Coritiba, Palmeiras e Flamengo.

Veio a terceira rodada, e o Sheriff venceu o atual líder invicto da Eredivisie (Campeonato Holandês). 2 a 0 atuando em casa, o estádio do clube tem capacidade para 14 mil pessoas. Estas que vibraram muito com a histórica vitória! Ainda faltam três rodadas, se o Sheriff vai se classificar saberemos apenas no dia 17/12. De qualquer forma, estando na próxima fase ou não, já foi um grande feito. A vitória em cima do Twente evidencia que na briga eles estarão. Foi o primeiro time do pequeno país que chegou a terceira fase preliminar da Champions League. O que não diz muito, pois o filé mignon é a fase de grupos.

O clube também foi o primeiro a contratar brasileiros e africanos. Hoje conta com três brasileiros no elenco. Os zagueiros José Nadson Ferreira e Sérgio da Costa. O atacante Jymmy França é um dos destaques da equipe. Que tem quatro africanos, os meias burkinenses Florent Rouamba e Benjamin Balima. O atacante senegalês Amath Diedhiou e o zagueiro togolês Abdoul-Gafar Mamah. O elenco é bem miscigenado, conta com jogadores de outras ex-repúblicas soviéticas. Como Geórgia, Armênia e Bielorrússia. Tem também um argentino, um russo e dois sérvios. Um time bastante jovem e alto. Com média de idade em 22,66 e média de altura em 182 cm.

Nacionalmente falando, o Sheriff não tem adversários na Moldávia. É o atual eneacampeão, conquistou 9 títulos consecutivos. Isso realmente chama atenção. Para desespero dos adversários da cidade rival, Chişinău. De lá vem FC Dacia, CSCA-Rapid, FC Academia e FC Zimbru. Dos quatro, o Zimbru foi o último campeão antes dessa sequência sensacional do Sheriff. O clube verde e amarelo conquistou o campeonato 8 vezes e a Copa 5 vezes. O Sheriff tem os 9 títulos seguidos no campeonato e mais 5 copas. Dá para perceber que Zimbru e Sheriff então são os maiores clubes do país.

A Divizia Naţională conta com 12 clubes na primeira divisão. Neste ano o Dacia vem liderando (33 pontos), seguido de perto pelo Iskra-Stal (32). E adivinha quem já vem em terceiro? É, você acertou, Sheriff Tiraspol, com 28 pontos. O FC Olimpia Bălţi é a surpresa. Ocupa a quarta colocação. FC Tiraspol e FC Zimbru decepcionam, estão empatados com 17 pontos, pelos critérios de desempate o Zimbru está e 6º. Nesse cenário descrito, a maior motivação do Sheriff é mesmo crescer internacionalmente. Aos poucos e bem devagar os renegados do leste vão conseguindo.

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Repescagem na Europa  (Futebol Europeu) escrito em quarta 21 outubro 2009 05:23

A Fifa sorteou nesta segunda-feira os confrontos da repescagem européia para a Copa na África do Sul em 2010. Oito equipes brigam por mais quatro vagas. Os jogos acontecem nos dias 14 e 18 de novembro.

Irlanda e França

Perspectiva:

Será um jogo equilibrado, muito difícil apostar logo de cara. Os motivos são inúmeros. A Irlanda vem muito bem, só não se classificou direto por estar no grupo da Itália. Inclusive, os irlandeses não perderam um único jogo. Foram 4 vitórias e 6 empates, dois deles com a Itália. O número de empates pode ser contestado, num grupo considerado fraco. Bulgária, Chipre, Montenegro e Geórgia. Os búlgaros longe de ter um time capaz de empolgar como na Copa de 94. Chipre e Montenegro são seleções em ascensão, longe de incomodar os considerados maiores. E a Geórgia tenta melhorar a cada ano. Até que vem conseguindo melhorar seus resultados. A França conseguiu se classificar na segunda colocação de seu grupo com sérias dificuldades. Viu a Sérvia não dar chances e garantir sua vaga direta. Venceu duas vezes a Lituânia na bacia das almas. Duas vitórias por 1 a 0 na base da superação. Nas duas partidas, Franck Ribéry salvou os franceses literalmente. Outros jogos patéticos dos franceses foram a derrota para a Áustria fora de casa por 3 a 1, além da vitória também apenas por 1 a 0 sobre a semi-profissional seleção das Ilhas Faroé. Portanto, os franceses devem sofrer, mas acho que passam da Irlanda. Tem mais tradição e camisa, isso parece bobagem, mas pesa muito no final.

Portugal e Bósnia

Perspectiva:

Assim como a França, Portugal está longe do seu melhor futebol. Sofreu muito para se classificar. O grupo era forte, com as tradicionais Dinamarca e Suécia, além de Hungria, Albânia e Malta. Os times da escandinávia sempre dificultam muito pelo estilo de jogo forte. São equipes organizadas e com defesas que geralmente, levam poucos gols. A Hungria que tenta voltar a seus melhores dias deu trabalho. Bom ver que a seleção que um dia já teve o melhor time do mundo, está voltando a aparecer bem no cenário do futebol europeu. Albânia também já melhorou bastante, perto do que foi no passado. Apenas duas derrotas chamaram atenção, para Dinamarca e Suécia fora de casa. Os albaneses conseguiram empates em casa com ambas. Mas fora de casa perdeu de 3 a 1 e 4 a 1. Portugal venceu a Hungria duas vezes, 1 a 0 fora de casa e 3 a 0 em casa. Depois garantiram sua vaga na repescagem com uma goleada em cima da fraquíssima seleção de Malta. A Bósnia estava no grupo da Espanha. A Fúria mostrou todo o seu potencial e se garantiu direto na Copa com uma campanha irretocável. 10 jogos e 10 vitórias, depois ainda questionam o inquestionável, Espanha é sim, uma das seleções favoritas a vencer o Mundial. Os bósnios se garantiram na repescagem sem sustos. Com 6 vitórias, 1 empate e 3 derrotas. Sendo que duas delas, exatamente para a Espanha. Num grupo que ainda contava com Turquia, Bélgica, Estônia e Armênia. Turquia que desta vez decepcionou. Assim como a Bélgica, que mesmo com uma seleção renovada e apostando em nomes como Steven Defour e Axel Witsel não conseguiu manter uma regularidade. Algo comum para uma seleção tão jovem. Ao contrário do que pensam a maioria dos torcedores, a Bósnia é um adversário duríssimo para os portugueses. Miroslav Blažević, técnico que levou a Croácia ao terceiro lugar na Copa de 1998, conta com uma boa geração. Além é claro, de ser conhecido e admirado por armar equipes que jogam um futebol bem compactado e agradável de se ver. São muitos nomes de qualidade. Os atacantes Vedad Ibišević, Edin Džeko e Zlatan Muslimović. Os meias Miralem Pjanić, Zvjezdan Misimović, Sejad Salihović e Zlatan Bajramović. Na defesa os destaques vão para Saša Papac, lateral-esquerdo muito bom defensivamente. Elvir Rahimić, volante experiente que joga a frente da defesa, há tempos jogando bem no CSKA Moscou da Rússia. Emir Spahić, zagueiro que por muito tempo jogou na Rússia. Passou por Shinnik, Torpedo e Lokomotiv. Hoje defende o Montpellier, da França. Os torcedores ainda esperam que o meia Hasan Salihamidžić volte atrás na sua decisão de não defender mais a seleção. Se isso acontecer será um grande reforço, com seus 32 anos, "Sali" ainda tem muita qualidade e raça. Espero ver essa seleção na Copa. Portugal tem mais experiência, mas a Bósnia tem mais conjunto e entrosamento. Devem ser duas partidas com muitos gols.

Grécia e Ucrânia

Perspectiva:

Esse me parece o jogo mais equilibrado da repescagem. A Grécia sonha estar na Copa, ainda com alguns jogadores que conseguiram o grande feito da seleção na história, conquistando o inédito título da Eurocopa 2004. Depositam suas esperanças em Theofanis Gekas no ataque. No meio-campo Vassilios Torossidis, que começou sua carreira como zagueiro, vem fazendo ótimos jogos. A base vem sendo a mesma, rostos conhecidos como Charisteas, Kyrgyakos, Karagounis, Katsouranis e Traianos Dellas. Os ucranianos contam com Andriy Shevchenko, longe do que já foi. Mas ainda merece respeito, com a bola nos pés perto da área ele ainda é perigoso. Andriy Voronin costuma ser bastante criticado, mas sabe fazer gols. Anatoliy Tymoschuk é a referência no meio-campo. Alguns novatos vão entrando aos poucos. São os casos do goleiro Stanyslav Bogush do Dynamo de Kiev. Grigoriy Yarmash, defensor do Vorslka Poltava. Vasyl Kobin, meia do Shakhtar. O meia Yaroslav Rakitskky. E o atacante do Dynamo de Kiev, Andriy Yarmolenko. Passa quem souber aproveitar melhor o fator casa.

Rússia e Eslovênia

Perspectiva:

Os russos são favoritos, seria um pecado não ver na Copa a geração de Andrei Arshavin, Pavel Pogrebnyak, Roman Pavlyuchenko e Aleksandr Kerzhakov. Mas é bom ficar esperto com a Eslovênia. Tem bons atacantes, novos nomes surgindo. Depois que Zlatko Zahovič, levou os eslovenos pra a Copa de 2002, eles passaram por várias mudanças. Hoje o maior destaque é mesmo o atacante do Colônia, da Alemanha, Milivoje Novakovič. Que é um grandalhão matador. Valter Birsa do Auxerre-FRA, também é perigoso. Zlatko Dedič jogou na Itália em grande parte de sua carreira, costuma fazer seus golzinhos. No meio-campo o destaque vai para dois jogadores. Dalibor Stevanovič, que joga no Vitesse da Holanda. E Rene Krhin, jovem meia da Internazionale. Apesar de apenas 19 anos, já fez alguns jogos e agradou ao exigente treinador português José Mourinho. Enfim, é importante respeitar e conhecer bem os adversários. Dê a sua opinião. Concorda? Discorda? Faça valer o seu espaço!

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Final  (Grande Jogada) escrito em sábado 17 outubro 2009 01:59

Na decisão, o Brasil foi superior na maior parte do tempo do jogo contra Gana. Mas a posse de bola, não refletiu em jogadas objetivas ou lances claros de gol. O Brasil chegou umas três vezes com boas chances de colocar a bola no barbante. Mas a incompetência nas finalizações dos atacantes brasileiros ficou evidente. Isso mostra que posse de bola em futebol, não significa muito. O time, sabidamente superior tecnicamente tem que se impor. Não ficar tremendo feito vara verde numa final de campeonato. As duas seleções estiveram bem abaixo do que poderiam apresentar. Os ganenses também estavam tremendo. Um deles era o mais tranquilo, o goleiro Daniel Agyei. Normalmente goleiros africanos são criticados por serem um pouco espalhafatosos e atrapalhados. Este não é o caso de Agyei, que se mostrou uma ótima opção até para a seleção principal. Dominic Adiyiah acabou mesmo como artilheiro da competição (8 gols). Ganhou a chuteira de ouro e ainda faturou o prêmio de melhor jogador. Ofuscando a estrela do time, seu companheiro de ataque, Ransford Osei. André Ayew recuperou seu melhor futebol. Ele sofre muito com a pressão de ser filho de um dos principais jogadores que Gana já teve, Abedi Pelé. Na lateral-direita, Samuel Inkoom se firmou e não deu chances para que o badalado Daniel Opare, do Real Madrid, jogasse. Espero que essa geração possa fortalecer ainda mais a seleção principal do país. Alguns desse jogadores vão sumir, outros vão brilhar. Mais uma barreira vencida pela África, desta vez no futebol.

Alex Teixeira foi eleito o segundo melhor jogador da competição, Giuliano ficou com o terceiro posto. O goleiro Esteban Alvarado da Costa Rica foi eleito o melhor. Que este resultado sirva de lição para os jogadores que vestiram a camisa da seleção neste Mundial. Uma pena ele ser disputado entre setembro e outubro. Normalmente acontece entre junho e julho, mas em função da Copa das Confederações e do clima no Egito, decidiram fazer a competição com a temporada na europa em andamento. Assim, a maioria das seleções foram com muitos desfalques. Brasil e Itália foram com times desmantelados. Já que poderiam contar com inúmeros jogadores que já brilham pelos gramados europeus mesmo com pouca idade. Os irmãos Fábio e Rafael do Manchester United são dois bons exemplos. Mesmo assim, acho que existem muitos atacantes no Brasil e no exterior melhores que Maicon e Alan Kardec. Alan do Fluminense, Dentinho do Corinthians, entre outros. O empate em 0 a 0 durante o tempo normal e na prorrogação, foi deixando o clima mais tenso. Nos penaltis, o fator psicológico já estava mais para os africanos. Agyei pegou as cobranças de Souza, Alex Teixeira e Maicon. O goleiro Rafael pegou duas cobranças das Estrelas Negras. Sem mérito pois as cobranças de Jonathan Mensah e Bright Addae foram muito ruins. Rafael não me passou segurança em momento algum, tem sérias dificuldades em bolas cruzadas na área. Esse Mundial Sub-20 superou as expectativas, principalmente a partir do mata-mata.

Agora as atenções se voltam para o Mundial Sub-17, que será disputado na Nigéria. Até lá!

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Como Esperado  (Bola Dentro) escrito em quarta 14 outubro 2009 23:10

A final que eu esperava se tornou realidade. O Brasil teve dificuldades para vencer a tradicional Alemanha. Vinha perdendo até os 43 do segundo tempo, quando o atacante Maicon - do Fluminense - fez o gol do empate. E logo no começo do primeiro tempo da prorrogação fez seu segundo gol. Depois foi só segurar a posse de bola e esperar o apito final. Os ganenses passaram fácil pela Hungria. O placar de 3 a 2 não reflete bem o que aconteceu no jogo. Depois de mais dois gols do artilheiro da competição, Dominic Adiyiah, as Estrelas Negras relaxaram. O grandalhão Futacs diminuiu na segunda etapa. Mas Adeiku Quansah, logo jogou um balde de água fria nos húngaros. Acertou um belo chute de fora da área. Aos 39 minutos do segundo tempo, Ádám Balajti ainda diminuiu. Pouco antes Ransford Osei acertou a trave do goleiro Péter Gulácsi. A Hungria sentiu falta do capitão Vladimir Koman que estava suspenso. E Krizstián Németh foi muito bem marcado, foi substituído na segunda parte do jogo. Não dá para entender o que leva um treinador, que precisando da vitória, tira o melhor jogador do time. Mas até que estava dando certo. Mas o time africano não bobeou mais. Eu diria que os ganenses são favoritos para essa final. Mesmo o adversário sendo o Brasil. Que teve dificuldades para passar pela Costa Rica. Mesma equipe que havia goleado no começo da competição. O Brasil deposita suas maiores esperanças nos pés de Alex Teixeira. Bom atacante do Vasco. Por outro lado, os ganenses não primam por uma defesa sólida. Levam muitos gols, mas também fazem muitos. Espero um grande duelo no próximo dia 16 de outubro. O jogo acontece às 15:00, sexta-feira. Bom programa!

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