Campeão do Mundo  escrito em sábado 19 dezembro 2009 22:54

Como todos já imaginavam, o Barcelona acabou sendo campeão Mundial pela primeira vez em sua história. Além de conquistar todos os campeonatos que disputou em 2009. Guardiola demonstrou ser um bom treinador. Sabe armar um time usando o máximo de cada jogador. Cá entre nós, "treinar" jogadores como Messi, Ibrahimovic, Touré, Keita, Iniesta, Xavi, Henry e Pedro é uma moleza. O que não tira os méritos do ex-volante. Lionel Messi terminou o ano fazendo o gol do título do Barça. E na segunda-feira deve ser eleito o melhor jogador do mundo em 2009. O que todos já sabem desde o começo do ano. E o argentino realmente merece o prêmio. Só acho o nome, "melhor do mundo" um exagero. Talvez a expressão melhor do ano seja mais adequada. 

O Estudiantes fez o possível, mas não conseguiu vencer um time que é muito superior tecnicamente. Boselli, atacante revelado pelo Boca, foi vital no título da Libertadores. Fez muitos gols importantes. Como o gol de cabeça que marcou hoje. Ao contrário do que muitos times fazem, a equipe argentina se postou bem em campo e não se acovardou diante de um adversário tão poderoso. Marcou muito bem, com a bola fazia boas jogadas. Dificultou bastante para os espanhóis. Enalteceu o título dos culés.

Na decisão do 3º lugar, o Pohang Steelers, da Coréia venceu o Atlante, do México. Depois de um empate em 1 a 1 no tempo regulamentar e na prorrogação, os coreanos venceram nos pênaltis por 4 a 3. Fico feliz pelo Pohang, que mostra como os coreanos evoluíram nos últimos anos. Um dos poucos estrangeiros da equipe é o brasileiro Denilson. Cristiano Pereira de Souza, mais conhecido como Brasília e o macedônio Stevica Ristic são os outros forasteiros. 

Que venha o próximo Mundial!

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Mundial de Clubes  escrito em quinta 17 dezembro 2009 00:52

A competição começou no último dia 09/12/09, desta vez não mais em solo japonês. O que também deverá ocorrer no próximo ano. Depois a competição volta para o Japão e deve ter sedes por todo o mundo a partir de 2013. Pelo menos é o que se espera. E seria uma boa pedida! Bom, voltando ao tema que interessa. O Mundial de Clubes de 2009, disputado nos Emirádos Árabes Unidos começou como nos outros anos. Torcedores desmotivados, mídia sem muito interesse. Por já se saber antes de começar, basicamente e praticamente tudo o que vai acontecer. Salvo algumas raríssimas exceções. Neste ano os participantes são: Atlante - MEX, Auckland City- NZL, TP Mazempe - RDC, Barcelona - ESP, Al Ahli - EAU (campeão local) e Estudiantes - ARG. O fraco time local, não conseguiu vencer o fraco time da Nova Zelândia. Auckland venceu por 2 a 0 com gols de Chad Coombes e do atacante inglês Adam Dickinson. Classificando o time para a segunda rodada, onde enfrentaria o Atlante, do México. Deu a lógica, Atlante 3 x 0 Auckland City. Gols de Christian Bermudez, Daniel Arreola e do brasileiro Lucas Silva, ex-Botafogo. Mas antes no dia 11/12/09 aconteceu o outro confronto da segunda rodada. O Pohang Steelers da Coréia do Sul venceu o esforçado TP Mazembe, da República Democrática do Congo. O "Flamengo" coreano venceu com dois gols do brasileiro Denilson Martins Nascimento. Não, esse Denilson não é aquele ex-São Paulo e que recentemente esteve no Palmeiras. Trata-se de um "andarilho" do futebol. Jogou muitos anos em clubes coreanos e árabes. E teve uma passagem pelo União de Lamas, pequeno clube da terceira divisão portuguesa. Quando comparei o Pohang com o Flamengo, foi devido as cores do uniforme serem iguais. Antes que algum apressadinho venha me corrigir. Barcelona e Estudiantes já aguardavam seus adversários nas semifinais. O clube argentino bateu o coreano. Os gols foram de Denilson pelo Pohang e Leandro Benítez fez os dois gols do clube argentino. Hoje o Barcelona enfrentou e venceu o Atlante. 3 a 1, Lionel Messi entrou só na segunda parte do jogo. E entrou para decidir. Pedro Rodríguez e Sergio Busquets fizeram os outros gols. Guillermo Rojas fez o gol dos mexicanos que abriram o placar. Ao contrário do que sugere, o jogo não foi fácil para o Barcelona. Na decisão de 5º e 6º lugar, o jogo entre TP Mazembe e Auckland City foi bastante movimentado. De virada, o clube neozelandês conseguiu a vitória depois de suar bastante. Jason Hayne abriu o placar, mas Ngandu Kasongo e Kilitsho Kasusula viraram para o clube africano. Hayne empatou novamente a partida. Nos acréscimos, Niki van Steeden definiu a vitória do Auckland. Como todos esperavam, deu a lógica. E no próximo sábado teremos a final entre Barcelona e Estudiantes. Não foi dessa vez que um clube fora do eixo América/Europa chegou a final da competição. 

Já pensei algumas vezes em soluções para melhorar um pouco o nível técnico da competição. Não mudaria muito o formato, que acho legal e bem justo. Mas uma vaga para o campeão da Sul-Americana e para o campeão da Liga Europa melhoraria a qualidade dos jogos. Claro, sem tirar os clubes dos outros continentes e o clube do país sede. O que acham dessa ideia? 

Não sou o único que já pensou nessa solução. No site www.trivela.com,  Renato Piccinin fez um belo post sobre o assunto. Indico o site para todos que amam o futebol. Acho um dos melhores sobre o assunto. Esse link (http://www.trivela.com/blog/que-mundial-e-esse-p1#comentarios) sai direto no post sobre o Mundial.

Boa leitura!

Abraço a todos.

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Sorteio da Copa na África do Sul  escrito em sexta 04 dezembro 2009 23:05

A FIFA sorteou nesta sexta-feira dia 04/12/09 os grupos para a Copa de 2010 na África do Sul. E o grupo D parece mesmo ser o grupo da morte. Com seleções mais ou menos do mesmo nível. Sim, Gana e Sérvia são adversários duros para os alemães. E a Austrália cresceu muito nos últimos anos, não dá para discutir isso! O Brasil caiu em um grupo difícil. Se continuar jogando o futebolzinho horroroso com Dunga no comando deve ter muitas dificuldades já na primeira fase. Em outro momento com mais tempo falarei o que penso de cada grupo.

Veja como ficaram os grupos:

GRUPO A 

África do Sul

México

Uruguai

França

 

GRUPO B

Argentina

Nigéria

Coreia o Sul

Grécia

 

GRUPO C

Inglaterra

Estados Unidos

Argélia

Eslovênia

 

GRUPO D

Alemanha

Austrália

Sérvia

Gana

 

GRUPO E

Holanda

Dinamarca

Japão

Camarões


GRUPO F

Itália

Paraguai

Nova Zelândia

Eslováquia


GRUPO G

Brasil

Coreia do Norte

Costa Marfim

Portugal


GRUPO H

Espanha

Suiça

Honduras

Chile

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Últimos classificados para a Copa da África do Sul  (Futebol Europeu) escrito em sábado 28 novembro 2009 01:03

Infelizmente meus prognósticos em relação aos jogos da repescagem européia se mostraram acertados. Ou seria melhor dizer parte deles? Depois do desastre que foi a eliminação da seleção russa, confesso que fiquei um tanto cabisbaixo e até chateado. Não saberei explicar em palavras o que sinto em relação a esse imenso país que se divide em dois continentes. Enfim, por outro lado fico feliz pela classificação da Eslovênia. Que não é nenhuma "galinha morta". Tem três jogadores que juntos são perigosos. Valter Birsa, Milivoje Novakovič e Zlatko Dedič. Vejam bem leitores, não estou dizendo que algum dos três seja um craque espetacular. Longe disso. Como o futebol é um esporte coletivo, uma equipe mais arrumada e com alguns talentos pode sim, superar equipes de maior capacidade técnica. E o futebol é um dos poucos esportes em que o time inferior pode aprontar. Birsa é um canhoto de muita habilidade, como o vídeo demonstra neste elástico (entre as pernas) humilhante que ele deu no pobre jogador de San Marino. Me lembrei daquele elástico do Rivellino quando este defendia as cores do Fluminense. Novakovič tem presença física notável na área adversária. Com seus 192 cm e faro de gol. Dedič é um jogador mas rápido, volta mais para buscar o jogo. Mas o pequeno país não conta apenas com três jogadores de bom nível. O bom meia Dalibor Stevanovič entra bem quando precisa. O revelação da seleção, Rene Krhin. Jogador de apenas 19 anos, defende a Internazionale, da Itália. Nas poucas chances que teve com José Mourinho, não decepcionou. Talvez o goleiro Vid Belec receba alguma oportunidade de estar na Copa como terceiro goleiro. Este que também defende a Inter e tem os mesmos 19 anos de Krhin. O futebol por lá vem melhorando gradativamente, lentamente. Mas penso que estão num bom caminho.

Os jogos entre Grécia e Ucrânia foram mesmo como se esperava. Dois jogos ruins tecnicamente, sem tanta emoção. Principalmente para nós que não somos ucranianos ou gregos. Mas que por algum motivo gostamos de um ou de outro. No fim do segundo jogo a Grécia acabou vencendo em Donetsk, no novíssimo estádio do Shakhtar, Donbass Arena. Que deve ser utilizado na Euro 2012, que será disputada na Polônia e na Ucrânia. Bom para desenvolver as estruturas físicas de dois simpáticos países. Voltando ao jogo, foi triste ver depois do apito final, o melhor jogador do time chorar como uma criança sem pai nem mãe. Penso que Andriy Shevchenko merecia se despedir disputando sua segunda Copa. A Grécia vai se basear naquele joguinho fechado. Arrisca pouco, mas quando o faz, chega com perigo. Aliás essa tática covarde vem sendo muito usada até por clubes aqui do Brasil. O que é pior, com sucesso! Depois reclamam que o futebol está chato, blá, blá, blá... No fim o torcedor quer mesmo é um TÍTULO. Não interessa os meios, o que interessa é a taça.

Portugal conseguiu se superar na base da sorte e também da competência. Sem seu principal jogador e craque, Cristiano Ronaldo. Os Tugas deram sorte no primeiro jogo. Pois levaram três bolas na trave, criaram pouco no ataque e a vitória por 1 a 0 sobre a Bósnia acabou sendo lucro. Vedad Ibišević, Sejad Salihović, Edin Džeko e Zvjezdan Misimović não conseguiram desempenhar seu melhor futebol. Fruto da inexperiência e do nervosismo natural que é disputar uma vaga na Copa . Portugal não é uma seleção tradicional e vencedora, nem mesmo na Europa. Mas tem mais tarimba, chegou na semifinal da última Copa. Como um amigo disse, as chances de classificação da Bósnia ficaram nas traves portuguesas. No segundo jogo, até surpreendendo muito, Portugal conseguiu se postar bem em campo e não deixou a Bósnia pressionar como queria. Assim, resta lamentar, para quem torceu muito pela Bósnia como eu. Raul Meireles fez uma grande partida. No fim a vaga na Copa foi merecida. É certo que de português mesmo na seleção só alguns. Deco, Pepe e Liédson, brasileiros dando uma forcinha. Nani e Rolando são de Cabo Verde. São muitos naturalizados.

Por fim, o jogo mais polêmico. Depois de vencer a Irlanda fora de casa, a França jogou muito mal a segunda partida. Robbie Keane fez o belo gol dos irlandeses em jogada trabalhada. Na prorrogação Henry recebe um lançamento forte, era nítido, claro e cristalino e que seria impossível dominar aquela bola com tão pouco espaço. Henry não teve duvidas, deu duas ajeitadas escandalosas na bola com a mão e cruzou para o zagueiro William Gallas que fez o gol e depois ficou até sem graça. A imagem neste link mostra como o lance foi escandaloso: http://colunistas.ig.com.br/futebolfrances/files/2009/11/henry-mao-afp-1024x570.jpg

Não adinta eu ficar aqui clamando por justiça, pedindo mudanças. Afinal, não percebemos a Fifa com tanta vontade assim de diminuir drasticamente os erros humanos. Sim, tecnologia já! Mas muitos não pensam assim. E preferem o futebol como está, cheio de erros grostescos para discutir na segunda-feira. E nada se falar do jogo em si. E ainda tem uns boçais que dizem que se acabarem os erros, acaba a graça do futebol. Esses que procurem outro esporte. A UEFA usa 5 árbitros na Europa Liga, é um teste válido. Os outros dois ficam ao lado do gol, na linha de fundo. Com uma visão bem mais ampla do que acontece na área. Esse já é um passo. Mas falta muito perto do que a tecnologia poderia fazer. Chips na bola e nas chuteiras dos jogadores. Monitor ao lado do gramado para que os humanos passíveis de erros possam analisar e voltar atrás. Por que não? Depois que dêem alguns acréscimos, não acho que a partida ficaria parada tanto tempo. 30 segundos é mais que suficiente para ver as imagens e decidir. Mas isso é apenas uma detalhe.

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Sobre o futebol internacional...  (Grande Jogada) escrito em sexta 13 novembro 2009 00:49

Abaixo, um belo texto do meu amigo Leonardo Victorino Netto. Achei de muito bom gosto e interessante, principalmente para aqueles que são mais ou menos da nossa geração. Indico: http://victorinonetto.futblog.com.br/

O trabalho dele é muito bom, vale a pena conferir! Espero que gostem, boa leitura!

Essa semana, conversando com um aluno da 5º série da escola municipal onde leciono, notei como o mundo da bola anda mesmo globalizado. O garoto discutia comigo sobre Real Madrid e Milan, que seria transmitido posteriormente naquela tarde e em meio a uma empolgada conversa, percebi que quando tinha aquela idade, nunca tive um amigo na escola com quem discutir sobre a modalidade no Velho Continente. Aqueles que acompanham o futebol europeu há mais tempo, sabem que até o início da década de 90 era muito mais complicado obter informações sobre o futebol internacional. Naqueles tempos, por exemplo, álbuns de figurinha e os jornais de segunda-feira eram minha grande sacada para conhecer as equipes e seus craques, assim como ficar interado nos resultados e na classificação. Com certeza, os mais velhos começaram com o Campeonato Italiano, transmitido pela TV Bandeirantes nos bons tempos dos “holandeses do Milan” ou dos “alemães da Inter”... Na época em que a Juventus ainda fazia grandes clássicos com o Torino... Que Maradona e Careca quebravam tudo pelo Napoli... Quando o Parma era uma pedra no sapato de muita gente ou que os Silvio’s (Luiz e Lancelotti) ainda eram unanimidades entre a rapaziada. Os que se apegam ao bom futebol, com certeza migraram suas atenções para a Espanha anos depois, quando Romário (ou Ronaldo... Ou Rivaldo...) faziam a alegria da Catalunha (para não falar em Zubizarreta, Koeman, Guardiola, Stoichkov...). Nos bons tempos em que o Real Madrid não precisava do marketing de “galáctico” para fazer valer o peso de sua história (que Casillas e Raul, o quê? Estamos falando de Buyo ou Hugo Sánchez!). Quando o Atlético de Madrid com Caminero, Kiko e Penev... O Valencia de Rafa Benítez... Ou o La Coruña de Djalminha... Não se contentavam apenas com uma “vaguinha” na UCL! Pois é... O tempo passou e nos últimos anos quem entrou na briga pelo status de melhor liga nacional foi à Inglaterra, abastecida de investimento estrangeiro e atletas comuns aos jogadores de vídeo-game. A Premier League virou cult entre os adolescentes, o Chelsea virou time grande (coisa que nem Zola foi capaz de fazer) com Abramovich, o Liverpool virou desculpa para quem queria bancar o tradicional e o Arsenal um talentoso “jardim de infância”. Enquanto isso o Manchester United cansava de levantar troféus... Sim, é claro que houve John Barnes, Lineker, Eric Cantona ou Shearer (campeão nacional com o BLACKBURN!), mas tudo isso apenas para os mais “velhinhos” e não a grande massa que hoje assiste às partidas da Terra da Rainha (e naquela época ainda devia assistir Power Rangers ou Show da Xuxa). Os mais fanáticos reclamarão: “E os tempos em que o PSG era o time mais simpático de França? Que o Ajax arrebentava com Van der Sar, Litmanen, Overmars e Kluivert? Que o Jardel reinava absoluto na artilharia do Campeonato Português? Ou que Maradona e Caniggia comemoravam gols com beijos no (e na) Boca? Até mesmo quando Zico era freguês de Kazu na J. League, transmitida pela finada Rede Manchete?” Enfim, o que de fato não se pode negar é que o futebol internacional (principalmente o europeu!) torna-se cada vez mais comum entre os populares nos últimos anos. Uma afirmação dessas em um mundo que atualmente transmite os gols da UEFA Champions League no Jornal Nacional pode parecer “discurso ideológico de gente velha e rabugenta”, mas na verdade tem como objetivo apenas ressaltar o quão acessível tornou-se acompanhar as partidas disputadas fora do Brasil em universo “realista” (leia-se: composto por TV’s abertas!). O que é extremamente positivo para aqueles que gostam de futebol, independentemente das fronteiras... Mas também é preciso excetuar a alienação decorrente desse processo. Afinal, é cada vez maior o número de “especialistas” no assunto, que surgem sabe-se lá de onde, discutindo minuciosamente as questões táticas, mas que ao mesmo tempo se esquecem de dar atenção a um princípio básico (e que também deveria ser obrigatório no futebol) que é o talento. O jogo bem jogado! A modalidade atual, centrada no preparo físico intensivo e verdadeiras estratégias de guerra, precisa na verdade é de menos teoria e (muito) mais prática! De mais dribles e menos jogadas ensaiadas. De mais paixão e menos modismo. E não se trata de nostalgia, mas de simplesmente gostar de futebol. Não é preciso chegar ao extremo de torcer pelos Red Devils ou dizer que na Europa só existem “João’s” que não jogariam nem na Série C do Brasileirão. Mas de constatar o quanto é preciso publicidade para encobrir a chatice em que esse jogo vem se tornando. Nada contra a disciplina tática dos demais continentes, mas vender Real Madrid e Milan como um “jogaço de bola” é tapar o sol com a peneira. Assistir Kaká e Ronaldinho Gaúcho fora de suas características, sem arriscar uma jogada individual e mesmo assim serem exaltados na “assessoria de imprensa” que rola nas manchetes esportivas é enjoativo. Saber que foi preciso contribuição direta dos goleiros para ver 5 gols em uma partida é o cúmulo... E por mais que Real e Milan tenha sido um bom jogo para os padrões atuais (não, eu não sou da turma do Calazans, que acha que Pelé e Garrincha ainda jogam ao comentar futebol!), espero de coração que a atual geração tenha fatos e ídolos inesquecíveis (como os que saltaram de nossa memória durante o texto) para se lembrar daqui alguns anos. E não dormir achando que um carrinho bem dado já valeu o ingresso!!!

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